"A beleza que se pode viver no cotidiano é apenas uma centelha da harmonia universal, algo tão frusto como intenso, tão lábil como imenso, tão provisório como essencial. Enfim, a beleza não pode ser aprisionada, domesticada, reproduzida. Portanto,a beleza das coisas é impossível de ser consumida, massificada e mumificada como as próprias coisas."
(Roberto Freire)
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